sábado, 22 de janeiro de 2011

29/Jan: Welcome to 2011 @ Blues Café by Beevents

É já daqui a uma semana que se realiza mais um grande evento com a garantia Beevents.


No próximo dia 29 de Janeiro, Welcome to 2011 vai marcar o início de uma parceria entre a Beevents e a equipa de RP's residentes do Blues Café que conta agora com taróloga Maya. Muita animação, diversão e entretenimento vos espera numa noite com mais algumas surpresas.




Juntem-se a nós em mais uma noite mágica!


Beijos e Abraços

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

PIPe

Reza a lenda que numa manhã de nevoeiro D. Sebastião há de voltar...
Pois bem, hoje esteve um nevoeiro serrado o dia todo...e foi no meio dela que hoje de manhã voltei à Indra... mas não foi para salvar ninguém LOLOL.
Essencialmente burocracia, uns dedos de conversa e levar as minhas últimas coisas. A minha caneca do chá e o próprio chá do Egipto. O meu caderno cheio de 4 anos de projectos Indra. E uma lembrança especial :) Como tal, não posso deixar de dar uma palavra de agradecimento especial para a minha grande equipa do PIPe.
Infelizmente hoje não pude encontrar-me com todos vocês. Alguns por motivos óbvios por viverem no Porto. Outros por estarem de viagem por Sines. Ou por estarem ausentes em formação. Mas tenho que agradecer a todos vocês que tiveram a gentileza de me oferecerem, não um mas dois presentes!
Fiquei sentido pela atenção, e prometo goza-los da melhor forma possível.
E apesar de seguir outros rumos, só posso desejar-vos tudo do melhor e todo o sucesso possível. Pois uma equipa assim não pode aspirar a menos. Claramente foi um prazer o último almoço de equipa no Mandarim.
Um muito obrigado por estes e por tudo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Um até já.

Ainda me lembro do meu primeiro dia de Indra. Passei o dia todo na sala dos recursos humanos à espera do meu futuro chefe, que no final do dia não chegou a aparecer, por isso acabei por não fazer nada :)
Lembro-me de ter ido almoçar a casa e ter trazido um livro para ler durante a tarde. Ainda estávamos na Rua da Industria .
Desde então passaram 5 anos, 3 meses e 2 semanas. Muito tempo para uma jovem carreira como a minha. De muita importância para o meu crescimento profissional. Só tenho que agradecer a todos aqueles com quem trabalhei e aprendi.
Passei sempre por excelentes equipas de trabalho. Óptimo ambiente e convívio. Muitos são os amigos que levo comigo.
 
Hoje termina esta grande aventura.
As mudanças são sempre difíceis. Sair da nossa zona de conforto e atirar-nos de cabeça para um mundo incerto. Será um quebrar de rotinas, de hábitos, de vícios.
Mas as mudanças são boas. Refrescam-nos. Evoluímos e aprendemos com novas ideias, visões, opiniões e sensações. Crescemos com as dificuldades que se tornam desafios. Colocamos novas metas. A mudança obriga-nos, no bom sentido, a pensar e a planear a nossa vida. Definirmos em que ponto estamos e para onde pretendemos ir.
Vai ser difícil, mas estou decidido que aconteça. Vou ter saudades e espero deixar saudades. Pois é sinónimo que houve coisas boas para recordar.
Acima de tudo espero manter a empatia criada. Pois, no fundo, mais do que um trabalho é uma vida. E essa continua e mantém-se para além tudo isto. Certamente haverá tempo e disponibilidade para nos cruzarmos mais uma vez num mundo cada vez mais pequeno.

Por isso, até já.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A ciência é exacta, mas por falta de informação, nós tornamo-la incerta e errada.

Em termos físicos, como é que sabemos o que está à nossa volta? o que é real? com o que é que contamos e podemos esperar do que está ao nosso redor?

Sabemos através dos nossos vários sentidos. Seja o olfacto, a visão, a audição, etc. Mas todos eles baseiam-se num princípio básico. É que o que nós sentimos é uma reacção do mundo que nos rodeia. Uma resposta aos nossos sentidos. Eu pouso a mão sobre uma mesa, porque a mesa "me manda" parar. Pois atómicamente, a energia que liga os átomos da mesa não deixam que os átomos da minha mão continuem a avançar. Num par acção-reacção. Tal como a nossa visão. Nós só vemos porque existe luz que é reflectida nos objectos, e que é captada e interpretada pelos nossos olhos.
O mesmo se passa com a comunicação. 
Uma comunicação só é eficaz se conseguirmos retirar alguma resposta ou reacção. Melhor, se conseguirmos retirar alguma resposta útil. Pois uma resposta por si só carece sempre de interpretação. A linguagem que usamos nem sempre é linear. As vezes que falamos por metáforas. O tom irónico que pode dar sentido oposto. Dizer coisas a brincar que muitas vezes têm algum carácter de verdadeiro. Nem sempre é fácil interpretar.
O ignorar, o mudar de conversa, o desviar a pergunta, a omissão de resposta, por si só  pode ser considerado como uma reacção. Por vezes tão válida como um sim ou um não. Mas de interpretação tremendamente difícil. Pois estamos a lidar com falta de informação, que pode vir de falha de informação. E essa possibilidade leva-nos a duvidar da nossa interpretação. Para mim, essa é a pior reacção que me podem dar. Ignorar. Ao ponto de achar que é uma falta de respeito. Dentro do possível eu tento responder sempre. 
Exemplo prático: Organização de um jogo de futebol. Tenho um numero limitado de lugares disponíveis e convido o mesmo número de pessoas. Ou mais algumas de margem, pois também não gosto de convidar para depois dizer que afinal já não dá. Os convites são feitos por sms ou email, mas os convidados não respondem. Desta omissão de resposta, não sei interpretar se as pessoas ainda estão por responder, ou se ainda não chegaram a receber/ler o convite ou simplesmente se estão a ignorar. Preciso de saber se vão ou não, pois pode haver a necessidade de convidar mais gente. Eu tenho o prazer de os convidar e nem tenho como resposta um simples sim, ou não, ou mesmo talvez. Eu sinto como falta de respeito. Tu não?
Naturalmente que depois a comunicação tem que passar de assíncrono para síncrono. Mas obriga-me a "melgar" as pessoas, de ir atrás das mesmas, de chateá-las. O que não gosto de fazer.
E estou a falar de um simples jogo de futebol. Extrapolando para o nosso dia-a-dia. Para a nossa própria vida podemos estar a falar de outra dimensão.
Para quem segue o meu blog ou para quem me vai conhecendo, sabe que na minha opinião, a comunicação entre as pessoas é essencial. Principalmente uma comunicação construtiva e não destrutiva. Compreendo que haja situações que nem sempre é fácil dar uma resposta concreta. Mas é por isso que existem palavras como: não sei, nin, talvez, etc. É um facto de que carecem de exactidão, mas representam a verdade actual. 
Imaginem um pedido de casamento num local romântico retirado de um filme de hollywood. O homem tira o anel do bolso e pergunta: "Querida, queres casar comigo?". À qual a mulher baixa os olhos para o cardápio e responde: "Vamos comer lagosta ou gambas? O que é que preferes? Lagosta parece-me bem.". Agora imaginem-se no lugar do homem...
A ciência é exacta, mas por falta de informação, nós tornamo-la incerta e errada. Dai os erros da vida.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Sheng Dan Kuai Le, 2011 Xin Nian Hao!


Desejo-vos as melhores felicidades nesta jornada festiva entre almoços e jantares de reencontro e união entre amigos e familiares.
E que o futuro que nos espera seja repleta de coisas boas. Seja um ano cheio de solidariedade e comunicação. 
Tempos difíceis aproximam-se, e ser solidário é a melhor forma de ajudar o próximo e a nós mesmos. Não custa nada ajudar. Este ano tenho colaborado com a CASA, e nota-se que há uma maior vontade de ajudar por parte daqueles que menos têm. Talvez porque sabem o quanto difícil tem sido os nossos tempos. Mas independentemente disso, no fundo, se todos ajudarem uns aos outros, significa que alguém acaba por nos ajudar também. Win-win situation:)
E comuniquem por favor. Eu sou da opinião de que uma das razões de tantos conflitos a nível mundial como a nível particular é porque as pessoas não comunicam. Não expressam a verdade, e tentam encobrir a realidade. Seja por vergonha das nossas falhas, seja por interesse pessoal, seja por que razão seja. Como é possível tomarmos as melhores opções e darmos a melhor opinião e julgamento se não temos posse de todos os factos? Se vivemos numa realidade falsa ou incompleta. A troca de informação tem muito valor. E mais do que saber falar e passar informação é saber escutar. Galinhas há muitos. Mas a comunicação é sempre feita de uma ligação entre dois pontos.
Tal como em todas as relações há sempre dois pontos. Entre família, entre amigos, até entre desconhecidos. Vivemos todos no mesmo espaço. Convivemos e habitamos as mesmas vidas. Felicidades para todos nós!