Mostrar mensagens com a etiqueta Solidariedade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Solidariedade. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Sheng Dan Kuai Le, 2011 Xin Nian Hao!


Desejo-vos as melhores felicidades nesta jornada festiva entre almoços e jantares de reencontro e união entre amigos e familiares.
E que o futuro que nos espera seja repleta de coisas boas. Seja um ano cheio de solidariedade e comunicação
Tempos difíceis aproximam-se, e ser solidário é a melhor forma de ajudar o próximo e a nós mesmos. Não custa nada ajudar. Este ano tenho colaborado com a CASA, e nota-se que há uma maior vontade de ajudar por parte daqueles que menos têm. Talvez porque sabem o quanto difícil tem sido os nossos tempos. Mas independentemente disso, no fundo, se todos ajudarem uns aos outros, significa que alguém acaba por nos ajudar também. Win-win situation:)
E comuniquem por favor. Eu sou da opinião de que uma das razões de tantos conflitos a nível mundial como a nível particular é porque as pessoas não comunicam. Não expressam a verdade, e tentam encobrir a realidade. Seja por vergonha das nossas falhas, seja por interesse pessoal, seja por que razão seja. Como é possível tomarmos as melhores opções e darmos a melhor opinião e julgamento se não temos posse de todos os factos? Se vivemos numa realidade falsa ou incompleta. A troca de informação tem muito valor. E mais do que saber falar e passar informação é saber escutar. Galinhas há muitos. Mas a comunicação é sempre feita de uma ligação entre dois pontos.
Tal como em todas as relações há sempre dois pontos. Entre família, entre amigos, até entre desconhecidos. Vivemos todos no mesmo espaço. Convivemos e habitamos as mesmas vidas. Felicidades para todos nós!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Centro de Apoio ao Sem Abrigo (CASA)


A CASA - Centro de Apoio ao Sem Abrigo é uma instituição sem fins lucrativos que dá apoio directo aos sem abrigo. Com a ajuda de sócios e de donativos, seja monetários, ou alimentícios ou roupas, a associação vai reunindo fundos para distribuir bens fundamentais para a sobrevivência daqueles a quem a sorte não quis nada.
Depois de o ano passado ter contribuído com uma doação monetária. A semana passada decidi finalmente desfazer-me daquelas peças de roupas que já não dou utilidade e doei tudo à associação.
Mas ontem decidi ir mais além e ter um papel mais directo na associação. Juntei-me aos vários voluntários de quem a CASA depende, e segui com eles para a rua para distribuir refeições. Um grupo maioritariamente jovem dos vários quadrantes da sociedade com disponibilidade e vontade de ajudar. Não custou nada. Em um par de horas se prepara as refeições ou se recolhe contribuições de alguns restaurantes. Seguimos para Arroios e em uma hora se distribui uma pequena refeição embalada seguido de um copo de sumo, uma peça de fruta, pão e leite. No final distribuiu-se alguma roupa. Curiosamente, roupa essa que em parte me pertenceu. E tive o prazer de testemunhar ao vivo a sua distribuição e repartição.
Numa fila de quase uns 80 sem abrigos podemos encontrar um pouco de tudo. A vida não escolhe cor nem signo. Vão desde aqueles mais humildes que recebem a refeição sossegadamente e seguem a sua vida, até aqueles mais exigentes que chegam à situação de reclamar por mais. Não sei até que ponto, este processo se pode tornar uma rotina, um hábito que fica interiorizado como uma obrigação. E que se pode reclamar caso não seja devidamente cumprido. A verdade é que mesmo sendo um sem abrigo, não deixam de ser pessoas como nós. Pessoas de hábitos e vícios. Exigentes da boa vontade dos outros. Naturalmente que eles precisam de uma ajuda regular, mas não estarão a ficar demasiado dependentes dessa ajuda? Claro que não digo que devemos parar de ajudar, antes pelo contrário. Mas repensar e inovar não faz mal nenhum. Pois eu sempre digo que devemos sair da rotina, e isso aplica-se a toda a gente, seja sem abrigo ou não.
Nesta altura parece que só estamos a garantir que eles não se afoguem e mantenham a cabeça à tona da agua. Quando no mundo ideal o que se quer é retira-los da água:S
Em tempos, na altura do ensino secundário com o meu colégio, já contribui com a distribuição de apoios a famílias desfavorecidas. Uma realidade bem diferente da vivida ontem. Não sendo uma ajuda tão regular, tipicamente um ou duas vezes ao ano, estas famílias fazem mesmo o favor de agradecer o apoio dado. E conseguem mesmo transmitir essa sensação de felicidade e alegria.
Neste caso, com os sem abrigos, devo confessar que estava à espera de sentir outra emoção por poder ajudar quem mais precisa. Um sentimento de infelicidade e tristeza é reinante nestes ambientes. Uma relação fria com o mundo. Naturalmente que não levam a vida que sonhavam e não vê o futuro mais risonho que este. Uma realidade crua e dura.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Bom de mais.

Podemos ser demasiados bondosos, demasiado solidários, demasiado benfeitores, demasiados ajudantes. Será que num mundo cada vez mais carente, podemos dar nos ao luxo de dispensar ou evitar todo o bem que uma pessoa possa querer dar?
Claro que sim.
Simplesmente pelo facto de que tudo em excesso é sempre mau. Os extremos são prejudiciais. Podemos exagerar ao ajudar uma pessoa idosa a passar a passadeira? Claro que sim, o idoso pode se sentir incomodado pela ajuda, pode não entender as nossas boas intenções ou pior ainda pensar que lhes queremos mal, ou pode querer saber onde vai o seu limite. Mas tendo uma ajuda, esse limite torna-se enganador.
Podemos ajudar para sempre um pais empobrecido com todo o arroz do mundo? Claro que não, pois se o país não aprender a cultivar o seu próprio arroz, então ficará sempre dependente de terceiros. Tal como a velha história de que não devemos dar um peixe a um pobre, mas mais vale dar-lhe uma cana de pesca e ensinar-lhe a pescar.
É assim que as pessoas crescem, sentido dificuldades e ultrapassando obstáculos. Se necessário aprender com os erros.
Agora se estamos sempre a ajudar e a retirar esses obstáculos da frente, então uma pessoa não evolui, fica dependente de terceiros.
É por isso que eu acho que devemos saber ser um pouco individualistas. Ajudar é bom. Melhor, é óptimo. Ser solidário. Já disse isto noutras ocasiões: me encanta ayudar el otros. Adoro trazer felicidade aos outros. Eu fico feliz só por ver o próximo feliz.
Mas não podemos deixar que os outros dependam exclusivamente de nós. Ensinar-lhes a ser autodidactas. Ensinar-lhes a pensar e a raciocinar. Ensinar-lhes a ser criativos e espectaculares. Ensinar-lhes a ser independentes. Porque amanhã eles poderão ser o nosso futuro.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

No wind position.

Egipto, Dahab, Mostaba, Tree Bar – Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

O tempo tem sido péssimo, o vento ainda não entrou e tem estado um pouco nublado. Pior só mesmo se estivesse em Lisboa onde tenho informações que por lá está a chover torrencialmente e a inundar muitas estradas alfacinhas:D
Se as coisas continuarem assim, a alternativa será mergulho ou visitar Jerusalém ou Petra na Jordania. A ver vamos.
O que se vê por estes lados é que ao contrário do que se viu no cruzeiro e no Cairo aqui vê-se muitos russos, e quase não se encontram por aqui espanhóis ou associados. Por um lado, a Rússia não fica longe, e por outro aqui não há pacotes turísticos com guias que falem espanhol, e todos sabemos que os espanhóis são péssimos em inglês.
Mas nestes pontos turísticos é de notar a interacção entre tantas nacionalidades, a interculturalidade. Sem conflitos nem problemas. A verdade é que estamos aqui todos para o mesmo. Ferias, diversão, animação, descontracção. Duvido que alguém tenha interesse em participar em guerras e mortes. Toda a gente quer paz e tranquilidade. Então se todos queremos o mesmo, porque não conseguimos comunicar para esse fim? Naturalmente que as pessoas tem interesse diferentes, naturalmente que esses interesses se podem colidir. Existem uma enorme economia e influência das empresas associadas ao fabrico que armamento militar e afins. Mas não seremos sensatos o suficiente para entender que uma nota de 100€ não pode pertencer a duas pessoas ao mesmo tempo? Então falar de dinheiro, para mim é gozo. Felizmente a vida permite-me abstrair de tal material. Entendo que exista quem tenha que contar trocos mensalmente. Mas o dinheiro é um cancro da sociedade. O humano tem tendência a querer sempre mais. Não fica satisfeito com o que tem e é por isso que a humanidade evoluiu para o que existe hoje. Mas ganância é pecado mortal. Não é que eu esteja satisfeito com o que tenho, antes pelo contrário. Mas não pretendo ser um multimilionário se não houver uma boa razão para o ser.
Sou capaz de gastar dinheiro como quem respira ar. Bastou rodar o volante do meu carro e entrar no Centro Comercial Colombo para sair de lá com um eeePc de baixo do braço:) Mas não gosto de esbanjar dinheiro. Por exemplo este eeePc tem sido bastante útil aqui no Egipto. E foi uma óptima compra. Para conforto sou capaz de gastar bem, e eu sou daqueles que me adapto bem às situações e pessoalmente dispenso grandes luxos. Já não sou bem assim quando é necessário oferecer hospitalidade a alguém. Ai não há limite orçamental. Fico totalmente satisfeito se conseguir fazer o próximo mais feliz. Não há melhor felicidade que essa. Não é que devemos fazer a papinha toda de alguém, pois talvez numa visão mais capitalista, acho que cada pessoa devia aprender a ser independente e ser autónomo. Ter o que merece e para o qual trabalhou. Mas a solidariedade é um acto de altruísmo que se deve valorizar.

sábado, 25 de abril de 2009

Querido, mudei a casa!

Acabei de ver um episódio do programa Querido, mudei a casa!.
E é incrível a felicidade e influência que um simples programa pode provocar numa vida. Basta dois dias cheios de vontade e mãos à obra. Não é só ganhar dinheiro, é o transformar do nosso lar, do nosso refugio diário. Dar um novo ar positivo ao nosso recanto do dia a dia.
Naturalmente que no final os agradecimentos para o querido multiplicam-se.
Mas não faria sentido agradecer também a mim e a todos os outros espectadores do programa?
Se não vejamos. Porque é que quem ganha uma casa nova não precisa de gastar um tostão? porque o programa e todos os parceiros suportam os custos.
Pura solidariedade? Um pouco, talvez. Pura, duvido. É que o programa é uma autêntica montra publicitária. Desde vendedores/distribuidores a fazer apresentações in loco dos seus produtos, até ao catalogo que é apresentado no final do programa que etiqueta tudo e mais alguma coisa. Só falta mesmo indicar o preço.
Mas para que esta montra seja produtiva é necessário haver publico. Eu e todos os outros espectadores:)

Não interpretem estas palavras como criticas ao programa, antes pelo contrário. Como referi no início, o programa é uma influência positiva. Naturalmente para quem é ajudado. Para quem ajuda, pois é uma enorme felicidade poder ajudar alguém. Para quem produz e patrocina o programa, pois este já dura há vários anos e se não tivesse lucro duvido que continuasse durante tanto tempo. E a todos nós espectadores que temos a oportunidade de aprender a reciclar moveis, fazer trabalhos de construção e reparação numa casa, absorvemos ideias de design e decoração.

Dois dias de mão-de-obra, mais uns quantos de produção e edição. Mais uma hora por espectador. Resultado: mudança para uma vida inteira.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Sheng Dan Kuai Le e Xin Nian Kuai Le 2009

Estes são os meus desejos para todos...



E que prevaleçam os valores da família, dos amigos, da partilha, do dar e receber, da solidariedade.
Nós não estamos sozinhos no mundo, nem em parte nenhuma. E por isso temos que aprender a conviver e a respeitar o próximo.

Pequeno exercício de natal:
Pensem como seria a vossa vida se estivessem sozinhos...o que é que estariam a fazer neste momento? Claro está, a gozar do tempo livre para ler o meu blog:)
E aqueles que não têm as mesmas oportunidades e que não têm ninguém?...

Felicitem-se pelo que têm ao redor, e estimem o melhor que poderem.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Euromilhões

Esta semana não perca o mega, super, hiper, jackpot, extra são €130.000.000 no Euromilhões. Ou sai ou racha.

Nestas alturas toda a gente pensa no que faria com tanto dinheiro.
Quais seriam os meus pensamentos se ganhasse o Euromilhões? Viagens? Casas e mansões? Carros ou aviões?
Confiando no conceito de que dinheiro gera dinheiro, pensaria em investir para gerar mais:) Mas com os lucro não sei se os queria gastar para proveito próprio. Talvez pensaria em ajudar a própria natureza que tanto nos dá com a sua beleza e vida. E que tanto sofre com a intervenção humana.
Ou ajudar quem mais precisa e que não tem as mesmas oportunidades que nós, sociedade civilizada, temos todos os dias. Ser solidário para com os outros. Chamem-lhe altruísmo ou pura maluquice. Mas é o que realmente penso.
Será que preciso mesmo de tal riqueza para ser mais feliz? o dinheiro resolve assim tanto os nossos problemas?
Este valor não seria fruto e recompensa do meu trabalho, não haveria mérito nele.
Óbvio que o futuro só a Deus pertence e não faço destas palavras uma promessa, até porque para ganhar o Euromilhões primeiro teria que jogar:)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Solidariedade: sem custos e com total garantia de satisfação

Toda a gente se queixa que o dinheiro não cresce. E é verdade. Segundo as leis da física a multiplicação dos pães não é possível. A matéria, e o dinheiro não passa disso mesmo, não se multiplica. Quanto muito, transforma-se.
Mas há algo que temos para dar e multiplicar. Não tem custo de adesão nem fidelização.
A solidariedade é algo que não se gasta. Para mim ser solidário para com o próximo é das melhores sensações que podemos ter. O de poder ajudar alguém. Conhecido ou não. Alias ajudar alguém desconhecido até pode dar mais prazer do que um conhecido. Pois assume-se que temos maior responsabilidade sobre quem conhecemos. E que de certa forma temos como que uma obrigatoriedade para ajudar. Com um desconhecido não é a mesma coisa, ajudamos porque queremos realmente ajudar.
Eventualmente pode haver alguma "pressão" social nesse sentido. Por exemplo as campanhas do Banco Alimentar Contra a Fome não sendo um factor social negativo, antes pelo contrário, podem levar alguém a ser pressionado a ajudar. Claro que homens de livre arbítrio em última instância ajudam por iniciativa própria. Mas convenhamos dizer que não é a mesma coisa.
Mas ser solidário não é só dar pão e água a quem mais necessita. Até porque ai estamos a transformar a nossa solidariedade em bens materiais. Infelizmente precisamos dele aqui na Terra e há muitos que dele necessitam. Mas a matéria não se multiplica e portanto associado a ele há sempre um custo.
Mas há várias maneiras de sermos solidários para com os outros sem envolver o palpável.
Basta ajudar a executar alguma tarefa. Seja doméstica ou não.
Basta fazer companhia a quem não tem.
Basta uma palavra de consolo a quem mais necessita.
Basta ajudar a colmatar as insuficiências do próximo. Ninguém é perfeito, mas as nossas diferenças permite-nos complementar uns aos outros.
Muitas vezes digo que recebemos o que damos em troca. E se somos solidários para com os outros. Também eles o serão para connosco.
Sem custos e com total garantia de satisfação.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Solidariedade à Benfica

Não posso deixar de comentar o jogo que o Benfica fez hoje contra o Nürnberg, para a segunda-mão da eliminatória da taça UEFA. Para a história só ficará apontado que o Benfica empatou 2-2 na Alemanha e que ganhou 1-0 em Lisboa, garantido a passagem aos oitavos-de-final.
Mas o que se passou foi muito mais do que isso. Foi a demonstração da grandeza do glorioso.
Sensível com as emoções dos adeptos alemães, durante 90 minutos oferece-lhes uma felicidade imensa por a sua equipa poder ganhar ao glorioso e passar uma eliminatória da taça uefa, contra um dos gigantes. A equipa alemã vai mal no campeonato alemão, em zona de despromoção, os adeptos têm sofrido nos últimos tempos. Então o Benfica decidiu dar-lhes um sorriso de felicidade. Facilita-lhes na obtenção do primeiro golo e oferece o segundo, deixando o Nürnberg em vantagem. Imensa felicidade reinou entre os alemães.
Até que o minuto 90 chegou. Depois de solidariedade para com os alemães foi altura do Benfica encaixar e passar à próxima eliminatória. Em dois minutos nos descontos, o Benfica marca dois e chega ao empate no jogo e vitória na eliminatória, o destino inevitável.
Mas a história devia dizer: Num momento negro para os adeptos do Nürnberg, o Glorioso decide brindar-lhes com 90minutos de extrema felicidade e com um sorriso de outro mundo. Sempre a pensar na felicidade dos outros. Viva ao Benfica! :D